Funcionários proativos, dinâmicos, colaborativos e ágeis. É isso que uma empresa ganha ao adotar a cultura maker. Esse movimento é baseado em pessoas dispostas a construir tudo o que precisam com as próprias mãos.

Essa é uma das maiores responsáveis pela transformação digital nas organizações. Afinal de contas, ferramentas e tecnologias são acessíveis para que qualquer pessoa desenvolva produtos e soluções inovadoras.

Para entender melhor esse movimento e como ele beneficia os ambientes corporativos, continue a leitura. A seguir, você vai ver o que é cultura maker e como implementá-la na sua empresa.

O que é a cultura maker?

Em tradução literal para o português, maker quer dizer “fazedor”. Ou seja, é aquela pessoa capaz de construir e reformular objetos com as próprias mãos. É uma espécie de evolução da cultura DIY — sigla em inglês para “do it yourself” ou “faça você mesmo” —, mas que agrega tecnologia ao processo.

A cultura maker começou a ganhar forma nos anos 70 com a invenção dos computadores pessoais. Foi nessa época que surgiu a Apple, por exemplo. No entanto, o termo só se consolidou e ganhou o significado atual em 2005 com o lançamento da revista Make, que desde então compartilha ideias de projetos tecnológicos.

Como a cultura maker pode beneficiar o ambiente corporativo?

A cultura maker flexibilizou os meios de produção. Hoje, qualquer pessoa consegue fabricar produtos e até soluções tecnológicas sem depender de grandes indústrias e players do mercado. Isso deixa o ambiente de trabalho mais dinâmico, ágil e flexível.

O movimento maker contribui para a cultura da inovação, pois incentiva o desenvolvimento de soluções criativas e projetos inovadores dentro das empresas, de modo a reduzir custos e aumentar a produtividade.

Além disso, esse conceito gira em torno da colaboração, do compartilhamento de ideias e de tecnologias. Sem contar que os makers costumam adotar uma postura mais resolutiva e ágil diante das adversidades. Em suma, a cultura maker beneficia o ambiente corporativo com:

  • dinamismo;
  • criatividade;
  • comunicação;
  • colaboração;
  • agilidade;
  • redução de custos;
  • proatividade.

Como implementar a cultura maker na sua empresa?

Implementar a cultura maker em uma empresa exige uma mudança de mindset. Isso porque essa é uma espécie de filosofia de vida que norteia comportamentos e atitudes de todos que atuam na corporação. Veja, a seguir, algumas práticas fundamentais.

Conscientize as lideranças

Existem vários tipos de liderança: autocrática, democrática, liberal, coach, entre outros. Para implementar a cultura maker, é necessário contar com apoio de líderes menos rígidos e antiquados para que os colaboradores tenham liberdade e sejam incentivados a criar.

Crie ou incentive os colaboradores a frequentarem um makerspace

O makerspace é um ambiente colaborativo aberto para a comunidade que dispõe de ferramentas fundamentais para as criações, como impressoras 3D, cortadoras a laser, Arduinos, ferros de solda etc.

Você pode criar um espaço dentro da sua empresa para uso exclusivo dos colaboradores — a indústria automotiva já faz isso — ou incentivar os funcionários a frequentarem ambientes compartilhados. Muitos makerspaces oferecem treinamentos e workshops. Essa ação favorece o networking, pois os colaboradores podem conhecer os projetos de outras pessoas.

A cultura maker é benéfica para as empresas. Afinal, esse é um incentivo para que os colaboradores sejam mais criativos e se mantenham dispostos a colocar a “mão na massa”. Dessa forma, os funcionários agem de forma proativa para resolver problemas e até desenvolver soluções inovadoras para otimizar o trabalho.

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